Câmara Municipal de Lisboa

Pela primeira vez na Internet um espaço exclusivamente dedicado à informação e análise crítica da gestão camarária 

 

Lixeiras de Lisboa, quem não as tem à porta?

 

 

 

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Contentores

O lisboeta está longe de primar pelo asseio na via pública, mas os serviços encarregues da recolha do lixo não ajudam nada a melhorar estes hábitos ancestrais. Mais

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Desde que Santana Lopes foi eleito presidente da CML, em 2001, que os lisboetas se interrogam sobre o significado do símbolo que foi escolhido para a cidade. Como é sabido desde pelo menos o século XVI que no símbolo da cidade esteve sempre representada a Nau que trouxe o corpo de S. Vicente para Lisboa acompanhada por dois  corvos. 

Todos sabemos que Santana não prima pelo seus conhecimento históricos, musicais, literários e muitíssimos outros. Por isso todas as confusões são admissíveis.  Mas o que quererá significar o símbolo que escolheu para Lisboa?. Consultamos o seu batalhão de assessores e directores, e descobrimos que afinal a resposta era simples, mas significativa:

Trata-se de uma abreviatura de LX . O que facilmente se associa a LIXO, com mais dificuldade a LIXOBoa. Em todo caso a imagem que fica é de Lixo-Lisboa ou Lisboa-Lixo. 

Quererá isto dizer que vamos finalmente ter uma  higiene urbana em condições ? ou apenas o reconhecimento de uma tradição secular?  

CF

 

 

Tenha Vergonha. Não Suje as Ruas*

 

 
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As lixeiras e a falta de higiene em Lisboa são mundialmente conhecidas.  Desde o século XVI que muitos estrangeiros que nos visitaram ficaram impressionados com a porcaria nas ruas da cidade. A CML não podia, como é óbvio, ignorar esta tradição alfacinha, é por isso que contra todos os protestos dos moradores persiste em manter o lixo que se acumula no Campo Grande. A tradição em Lisboa continua a ser aquilo que era. Desta forma se alimenta também ratos, ratazanas e todo o tipo de bicharada. Em toda a Europa não existe uma capital mais ecológica.

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Grandes Lixeiras e Pequenas Lixeiras 

Uma reportagem fotográfica que envergonha qualquer munícipe, menos os dirigentes incompetentes da CML. Mais

 

 

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Parece mentira, mas não é !

Andar de habitação transformado em pombal na Rua Afonso Lopes Vieira

Quem passa nesta rua vindo da Avenida do Brasil,  não pode deixar de reparar num prédio cujas varandas estão tapadas com plásticos e outros materiais. Dir-se-ía que os moradores têm horror à luz do dia, mas a razão é outra. Aquilo que os moradores procuram evitar por todos os meios é a entrada de pombos nas suas habitações. 

Na verdade, no nº54-2º.Dtº., um inquilino com a conivência do proprietário do edifício resolveu transformar o andar num pombal.  A entrada das aves nesta habitação faz-se tanto pela fachada como pelas traseiras, através de portas abertas e de janelas com vidros partidos. A abundância de pombos nesta zona da cidade, alimentados por muitos moradores,  está a transformar o local num verdadeiro foco de doenças. 

Os moradores preocupados com o problema ,que afecta a sua própria saúde, alertaram as entidades oficiais, mas estas até ao momento nada fizeram. O próprio Jornal da Praceta desde 2001 tem igualmente divulgado e pressionado tudo o que é serviços públicos para agirem, mas sempre com resultados nulos.

Acontece que quer a CML, quer os serviços centrais do Estado, especializaram-se na publicação de folhetos informativos sobre a necessidade de se combater a praga dos pombos, mas quando é preciso agir e isso implica sair dos gabinetes, dirigentes e funcionários públicos, remetem-se ao mais profundo silêncio. Não estão lá para servirem a comunidade que lhes paga. Agosto de 2007.

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Antologia Lisboeta

A qualidade dos ratos portugueses  

  Quando os cães estavam ao serviço da CML

Lá vai...

As históricas lixeiras do Campo Grande

D.Pedro II é chamado a intervir

 

 

 

 

 

Ficha técnica sobre ratos 

 

Prémio Rattus Norvegicus

 

Estudo Sociológico Inédito em Portugal

Entrevista 1 - Lixeiras

Entrevista 2 - Cães, Gatos e outros animais

Entrevista 3 - Varandas Lisboetas

 
   
   

 

 

  
  
Editorial

1ª. Página

História local
Guia do Lazer
Quiosque
Alvalade
Campo Grande
S. João de Brito
  CML
  Jardins
  Lixeiras
  Automóveis
  Poluição
   

  Com um aumento substancial da população canina nestes últimos anos na cidade, crescem também os dejectos espalhados pelas ruas fora.

São raros os donos que recolhem os dejectos dos seus animais e observamos diversos
comportamentos absolutamente
fantásticos:

1. Existe o dono que leva o seu cão a defecar longe da porta da sua habitação para fazê-lo na porta
dos outros.

2. Temos o dono que não se incomoda e que por ele o defecar na sua porta ou na dos outros é indiferente.

3.Temos o dono que deixa o cão ir passear sozinho, assim não assume qualquer responsabilidade.

4.Utilizar a relva onde as crianças costumam brincar também faz parte.

Estes comportamentos são os mais caricatos e demonstram que não há
respeito, não há o mínimo de civismo já para não falar em higiene.


Existem ruas em Lisboa que são autenticas casas de banho caninas,
o cheiro é imundo e temos que nos desviar constantemente do que está no chão.


Como os cães não têm culpa, porque de facto não passam de cães é caso
para dizer aos donos:
Não defeque na rua se faz favor

Rui Azenha

 

 



 

 

 

 

 

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